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Como incorporar uma Divindade (Nkisi, Orixá, Vodun

Como incorporar uma Divindade (Nkisi, Orixá, Vodun

Como incorporar uma Divindade (Nkisi, Orixá, Voduns) ou Entidade.

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A incorporação do médium iniciado nos Terreiros de Candomblés e nas Umbandas no Brasil e hoje no Mundo.

 

Incorporar uma Divindade (Nkisi, Orixá, Voduns) ou Entidade, requer experiência tempo e dedicação, muitos tem a facilidade de incorporar outros dificuldades, mas quem nasce com o dom de incorparação terá o tempo certo para trabalhar com uma ligação e a força ativa das divindades ocular que rege não só o Globo Terrestre mas com o envolvimento da natureza e os quatro elementos que são o ar, terra, fogo e aguá.

A incorporação está ligada a energia vital entre a matéria (corpo) e as divindades, quando nascemos cada um traz  uma história. E somente com o tempo descobriremos a necessidade de fortalecer a nossa vida espiritual e a qual nação seguir. Não podemos mudar nossa história quando ela está ligada com o convívio entre as divindades dando seguimento ao Candomblé ou Umbanda.

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Incorporação antes de tudo necessita que o médium iniciado, tenha cuidados para manter o crescimento espiritual, um preparo para começar a sua vibração, ou seja o contato entre a divindade e a matéria (corpo), os procedimentos são longos, mas como a divindade é pura precisamos manter o máximo possível com o corpo limpo. Ter um corpo puro requer regras, não beber nem um tipo de bebida alcólica, não ter relação sexual, caso tenha uma comemoração ou cerimônia no terreiro manter este preceito um dia antes. Tomar sempre banho de purificação com folhas naturais não secas, isso serve para ter o melhor desenvovilmento com a incorporação.

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O médium iniciado tem umas etapas para o desenvolvimento de incorporação tudo se começa aos poucos, requer prática, não se pode incorporar totalmente uma divindade, no inicio do desenvolvimento de aprendizardo. Isso vai conforme o tempo para que o próprio Nkisi, Orixá, Voduns ou entidade vai adquirindo forças junto ao iniciado, jamais uma entidade ou divindade viria com sua força total, isso poderia trazer problemas para o iniciado. Por mais que mantenhamos o corpo puro não teriamos a incoporação completa, devido termos sempre a impureza que envolve nossa vida. A própria entindade ou divindade sabe o quanto precisa para ter uma incorporação exata.

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Como incorporar uma Divindade (Nkisi, Orixá, Voduns) ou Entidade.

 

Isso envolve a prática alguns tem mais facilidade para a incorporação, outros demoram uma incorporação somente com o tempo, outros não incorporam mas tem sua história com sua divindade, são relacionados como pessoas de cargo dentro dos cultos do Candomblé e na Umbanda.

A incorporação não é se bater em paredes, girar por horas, ficar rodando, se batendo, chacoalhando, as divindades ou entidades por serem elementos ocular que envolver a energia, eles são o próprio vento, um simples toque de enradiação que faz a encorporação, apenas em um toque está completa a incorporação. Para desincorporar também apenas um toque, o médium iniciante acorda do sono da sua incorporação.

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Não se encorpora totalmente uma divindade ou entidade, eles são seres fortes por isso apenas enradiamos uma incorporação, mas eles fazem tudo que precisa fazer, dançar, abraçar, sentar, etc. Apenas são três coisas que não tomam totalmente nosso corpo, a visão, olfato, e aldição, o restante são dominado pelas divindades ou entidades, o nosso corpo todo pela incorporação.

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Muitos também fingem está incorporado, a divindade e a entidade não se manisfesta uma incorporação, aqueles que mantém o corpo sujo, fazendo coisas erradas, enganando pessoas, utilizando artefatos impróprio no terreiro, sem nenhum respeito com frequentadores do terreiro. Isso faz que na verdade afasta as divindades e entidades deixando para traz a pureza e o dom se perder. Se peder o dom da incorporação não há como resgatar, essa pessoa perde toda influência.

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Divindades (Nkisi, Orixá, Voduns) e Entidades devem ser respeitados e mantida com respeito e pureza, somente assim colhemos mais forçar, mantendo uma energia forte e segura.

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Por meios de esclarecimentos vou afirmar alguns pontos principais da nossa cultura no Candomblé Angola que foi passada ao longo do tempo, há mais de um século de tradição. Percebemos que o complexo código de ética relacionado às vestes dos praticantes do Candomblé Angola, está sendo infringido, expondo a nossa religiosidade de forma profana em meio à sociedade. 

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O artigo tem por objetivo, esclarecer dúvidas de pessoas que não tiveram o acesso à informação da nossa religiosidade.

As hierarquias das indumentárias e vestimentas do Candomblé Angola, muitos participantes talvez pela falta de conhecimento, estão desrespeitando, não somente os seus mais velhos, mas também as nossas Divindades. Atos tradicionais paramentos do Nkisi em situações que vem se agravando, ao ponto de recriarem os trajes, implantando assim uma nova maneira de vestir o Nkisi e seus filhos. Com o cuidado de não ditar ou impor um código vestuário abaixo, apenas alguns esclarecimentos que comprometem as tradições do Candomblé Angola.

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MONA NKISI (Filhos e Filhas).

MOKRAN: Uso constante.

SENDALAS: Uso constante.

 

YDÉS: Uso constante.

 

ROUPA BRANCA DE RAÇÃO: Até completar sete anos de iniciado, com obrigações tomadas, em todos os momentos a cor branco.

FIOS MONJILÓS: Uso constante.

MONA NKISI SEXO MASCULINO:

CALÇA DE RAÇÃO: Uso constante.

CAMISA DE RAÇÃO: Uso constante.

EKETÉ: O uso somente para homens de cargo, não usa torço de forma alguma.

Observação: Não é toleravel usar jeans, roupas de outra cores e etc.

 

MONA NKISI SEXO FEMININO:

CAMIZU: Uso constante branco.             

SAIA DE RAÇÃO: Uso constante (somente usa saiote em féstas ou toques no Terreiro.

CALÇA DE RAÇÃO: Por baixo da saia.

PANO DA COSTA: Amarrado sobre os seios.

TORÇO: Uso constante, simples branco sem abas.

TATA KAMBONDO:

CALÇA: Social branca.

CAMISA: Social branca .

 

EKETÉ OU BOINA: Somente branca.

Observação: Não é toleravel o uso de jeans, boné na cabeça, roupas de outras cores, etc.

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MAKOTA E KOTA:

OFIN OU CAFITA COM TORÇO: Makota e Kota não usa saia com anáguas de baiana.

PEQUENA TOALHA: É muito raro hoje em dia vermos uma Makota com uma toalhinha para enxugar o rosto do Nkisi.

Observação: O uso do torço com abas somente para Makotas, também podemos dizer que o uso das abas, significa que são feitas, deram sua obrigação.

 

ADES, PARAMENTAS E VESTIMENTAS DOS JINKISI E MINKISI (NKISI):

 

FILHOS E FILHAS COM NORMAS: Filhos e filhas com menos de sete anos de obrigação não podem de forma alguma vestir a roupa e paramentas do seu próprio Nkisi, quem pode e tem a autoridade é o seu próprio wunji que se manifesta para vestir a roupa e paramentas.

MÁSCARAS:

PROIBIDO NOS CULTOS: De forma alguma colocar mascaras no Nkisi, muitos estão enfatizando e estão mudando as nossas tradições, que não é correto mudar e sim respeitar os nossos fundamentos e nossa ancestralidade.

BATA E BAIANA:

 

QUEM PODE USAR: A utilização da bata e baiana é restrita as autoridades femininas do Terreiro, pessoas de cargo, Zeladora Mametu, Mametu Ndenge, Mametu Kusasa e Kota Rifula.

TORÇO - PANO DE CABEÇA:

QUEM PODE USAR: A utilização do torço é restrita às mulheres o Zelador Tata não usa torço, o correto eketé. O torço pode ser utilizado por homens, em obrigações internas em que o mesmo está recebendo feitura ou bori.

ABAS:

 

 AS ABAS TORÇO: As abas do pano de cabeça, estão relacionadas as mulheres de cargos no Nzo, uma filha iniciada usa torço sem abas, quando esta com sua Nkisi Mametu usa o pano de cabeça em forma de laço, o filho homem não usa torço, caso seja filho de uma Nkisi Mametu, pode usar o torço em forma de laço mas encorporado.

 

ALTURA DO TORÇO:

 

TORÇO: A pessoa que usa um torço tem que ter discernimento ao usar o pano de cabeça. O pano de cabeças não é turbante com diversas voltas e de altura desmedida.

 

PANO DE CINTURA:

 

QUEM PODE USAR: A utilização do pano de cintura é restrito às mulheres.

Observação: O pano de cintura deve ser colocado na altura dos seios, somente quem já tomou sua obirgação até os sete anos, quem recebeu cargo na casa mas não tem sete anos tomado usa o pano somente na cintura.

 

HOMENS NÃO USAM PANO DE CINTURA:

 

PANO DE CINTURA: Homens de forma alguma usam pano de cintura, essa tradição foi concebida somente para mulheres, o uso correto para pessoas de cargo Tata, Tatetu Ndenge e outros são roupas masculinas, tipo africanas com estilo e beleza, muitos usam richelieu com vários modelos de panos e cores.

 

FIOS DE CONTA.:

 

AFRICANOS, CORAIS, PEDRAS: Uso exclusivo para pessoas de cargo e zeladores ou zeladoras, dentro dos cultos do Candomblé Angola.

BOLAS DE PLÁSTICO: Não pertencem ao Candomblé Angola.

SAIAS:

 

QUEM USA: Uso restrito às mulheres, homens não usam saias.

 

COMPRIMENTO: A saia deve ser longa, cobrindo o calçolão.

 

Com muita alegria mantenho minhas tradições corretas dentro do culto do Candomblé Angola, não posso dizer que seja perfeito. Mas em respeito a ancestralidade sigo com orgulho com sabedoria, agradeço ao Nkisi poder sempre buscar os meus fundamentos e aprendizardo. Manter organizado não são para muitos, mas poucos que mantém a dignidade de corresponder os atos espirituais, com nosso Candomblé Angola forte e unido, com respeito, atitude e procurar agir corretamnte, seguindo nossas tradições.

 

Pai Tandy – Axé

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O uso do torço no Candomblé (cabeça coberta), uma tradição antiga iniciado dentro dos cultos africanos, que hoje envolve nossas tradições nos Candomblés do Brasil. O torço é mais do que apenas uma cabeça coberta, é uma forma de tradição e respeito. Um grande pano retangular amarrado nas cabeças das mulheres, cores e estampas, quanto maior o pano, maior a habilidade.

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Como amarrar um torço, uma forma de arte que requer prática, paciência e muitas vezes um braço bem tonificado, mas uma vez amarrado, o torço pode fazer qualquer mulher aparentar uma certa realeza, um ar de supremacia estética. Uma bela coroa de glória e honra, hoje eles vem em cores surpreendentes, padrões e desenhos. O torço tem grandes destaques em féstas nos cultos dos Candomblés no Brasil, trazendo charme e beleza, uma mulher sem o torço é considerada incompleta, sem o uso do torço pano de cabeça. No Candomblé ele tem uma amarração padrão, mas hoje em dia o torço usado por Mametus, estão sendo usando de maneiras esplêndidas, deixando a essência religiosa e respeitosa se perder.

 

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Somente as mulheres utilizam o pano de cabeça, caso um homem use o pano de cabeça, somente em obrigações internas em que o mesmo está recebendo em rituais como bori, feituras e obirgações, nesta ocasião o uso do torço é fundamental.

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Como determinar as abas do torço na cabeça.

Estão relacionadas as mulheres de cargos, Mametus e Makotas, as filhas iniciantes (Muzenzas, Mona Nkisi e Kotas) usam o torço sem abas. No terreiro o Nkisi de uma filha, se faz um laço com o torço, quando sua Nkisi for Mametu (sua mãe de cabeça), quando for Nkisi Tatetu (pai de cabeça) não coloca torço, caso um filho for de Nkisi Mametu, (mãe de cabeça), somente nesse momento utiliza o torço de laço na cabeça e quando estiver encorporado.

 

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Altura do pano de cabeça não pode ser exagerado, sendo maior que da sua Mametu. Amarrar um torço é uma arte, a sua criatividade se torna de grande estilo, o melhor cuidado seria fixar bem o torço na cabeça, caso ele se solte em uma cerimônia, não seria adequado que isso acontecesse, ficaria deselegante. O torço pode ser amarrado em vários estilos, eles trazem a história da nossa tradição angoleira, não somente para embelezar mas também em forma de tradição aos nossos ancestrais.

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Homens de forma alguma podem usar pano de cabeça em féstas, rodas de Candomblés, ou seja proibido o uso do torço na cabeça. Na época dos antigos escravos os homens eles usavam pano de cabeça simples para carregar peso, este pano era símbolo de trabalho e escravidão. Este aspecto de usar torço ou pano de cabeça foi entregues somente para as mulheres, e não há homens como muito acontece e erram muito sobre as suas vestimentas que tem as suas próprias, e que foram concebidas. Os Homens tem suas próprias vestimentas no caso de um Zelador o uso na cabeça é o Eketè, na tradição angoleira roupas para homens são o uso de trajes masculinos.

 

Recolhimento dos 21 dias para o nascimento, a feitura, raspagem e orô. Quais são as necessidades perante este recolhimento e a prática deste ritual tão importante.

 

O filho ou filha que chamamos de Muzenza, que já confirmado com um jogo de búzios com seu Tata ou Mametu, sabendo da sua história com seu Nkisi e acompanhando as tarefas e cultos de cerimônias e fortalencendo o seu grau de incorporação, esta apto para o recolhimento para feitura.

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O Muzenza corfimado rodante aquele que tem o dom da incorporação, é marcado um ritual de bolonãn (aquele que bola no chão, a necessidade do batismo, raspagem), uma cerimônia para poucos consulentes que participam apenas como testemunhas importantes.

 

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São feitas algumas zuelas (cantigas) para alguns Nkisi, mas somente pode acontecer o bolonãn nas zuelas de Kidembo. Confirmando após cair bolar, será coberto com um Ndala pano branco, suspendido por pessoas de cargos ou por Nkisi pelos quatro cantos do Nzo, apresentado a porta, a cumieira, Ntoto, as ngomas o pepelê do Nkisi do Nzo, se recolhe para a camarinha (sala de aguardo, descanso). Desse dia em diante são contados os 21 dias de recolhimento, são várias etapas para chegar a faze do ritual maior o nascimento do batismo.

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O Muzenza não entra dentro do Idemburu (ronkó) por enquanto somente após, ebó de purificação, ebó exú (kiumbá), ebó Nvumbi (egum), ebó de estrada, ebó nas matas, ebó na cachoeira e ebó de carrego, principal esse ebó de carrego faz no Nzo fica no Tempo, somente o despacha quando o Muzenza vai retornar para sua residência já com Nkele (kelê). Feito todos esses rituais o Muzenza passa para dentro do Idemburu.

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O Kibane Mutuê (bori) importantissimo, o que vai pronlongar a estrutura de boa saúde ao Muzenza até completar sua obrigação de ano. Nos 21 dias de recolhimento as 04:00 hs da manhâ, faz a primeira oração do dia (oração da manhã), logo após o banho de Maionga (purificação) puro não pode ser colocado aguá quente (quebrar o gelo), é servido café, almoço e janta durante o dia (Nguidia), fazer esses atos durante os 21 dias.

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Aproveitar o maximo do tempo para realizar tudo que precisa.

 

São feitas nesses 21 dias as rezas de grande importância em nossos cultos como rezas do Ingorosí, feita todos os dias as 18:00 hs, após Ingorosí são feitos ensaios com portas fechadas, para que o Muzenza e o Nkisi possam aperfeiçoar para sua grande saida maior. As rezas de Ingorosí são: Muxacá, Tuzir e Séte Quenda, Kibuqui, somente as sextas feira fazemos as rezas de Caboclo, fundamental no recolhimento, as sextas feira o Muzenza não tem atividades no Idemburu. Temos também outras rezas fundamentais usamos em rituais, kibane Mutuê e outras: Rema Kalunga.

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O Muzenza de forma alguma pode ter contato com pessoas, apenas por aquela que vai encinar, educar o Muzenza a Mametu Kusasa (mãe criadeira) nesses 21 dias de recolhimento, não pode entrar em contato de forma alguma com a tecnologia. Não pode sair no tempo, ver o Sol, andar sobre o tempo, não pode ter atividades dentro do Nzo.

 

Após o Muzenza Nguidia (comer ou comida) almoçar e jantar, reza o Dimbê em forma de agradecimento, o Wunji (erê) do Muzenza participa de algumas atividades no recolhimento, ajudar a preparar os munjilós (fios de conta). Temos uma reza que as vezes o Wunji faz quando esta com Nzala (fome), ele zuela bem alto, a Mametu Jabonãn ou a Kota Rifula prepara o Nguidia para o Wunji.

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O preparo da montagem do Muzenza (iniciante não batizado) para se tornar um Mona Nkisi (filho de Santo com feitura).

 

Os fios de conta vai de acordo com a história do Muzenza, o 01 fio de conta com 07 pernas fechado com uma firma e com búzios a cor do seu primeiro Nkisi, aquele que será realizado o batismo, o 02 fio de conta pertence ao 02 Nkisi do Muzenza com apenas 05 pernas fechado com uma firma e com búzios, esse 02 Nkisi não monta o assentamento apenas o primeiro que será realizado a feitura.

O 03 fio de conta na cor do Nkisi do seu Tata ou Mametu com 05 pernas, com uma firma e fechado com búzios, o 04 fio de conta e o ultimo pertence ao pai de todos, Lembá Dilê com 05 pernas com uma firma e fechado com búzios.

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Os fios de conta não podem ser feitas com anzol, ele não pega a energia que os fios precisam, os fios de conta são usados com o cordone, um fio retorcido resistente próprio para o preparo dos fios de conta e consome a energia adequada.

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O mocrãn, as sendalas, a umbigueira, os contra Nvumbis (contra eguns) e os idés (idés grandes, 04 na mão direita e 03 na mão esquerda as cores diferência com o Nkisi), fazem partes da montagem do filho que deixa de ser um Muzenza a um Mona Nkisi. O xaorô não usamos em nossos rituais, pertencem aos Yaos do Candomblé Ketu.

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Sabemos que um Mona Nkisi tem uma regra para cumprir até sua maior idade, o uso da roupa branca é fundamental. Simples que chamamos de roupa de ração o uso constante dentro do Idemburu nos 21 dias de recolhimento até sua maior idade.

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O Orô maior sempre acontece 03 dias antes da saida do Nkisi, o maior acontecimento dos cultos do Candomblé Angola, onde o filho terá o seu batismo de grande importância da sua vida longa com uma história grandiosa. Antes do inicio do Orô o Tata ou a Mametu (Zelador ou Zeldora) coloca todos os fios de conta, umbigueira, mocrã, sendalas, os idés e o Nkele no Muzenza. Para esse ritual de colocação necessita de rezas e fundamentos. (Mocrã, sendalas, umbigueira, contra eguns e qualquer fio de conta são feitos no Idemburu, não podem ser comprados feitos).

 

Ele passar a usar todos, e nesse momento começa a iniciação das curas (proteção). São feitos rituais com animais e aves de várias espècies, esta é uma das mais belas cerimônias, que temos no Candomblé Angola. A saida acontece no 21 vigésimo primeiro dia, a onde o Mona Nkisi terá a saida do seu Nkisi.

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Uma caminhada com grandes sacrilégios, esforços, dedicação, amor e fé, mas o importante ter sua história iniciada, para que um dia o Mona Nkisi tenha os mesmo privilégios com sua maior idade de se tornar um Tata ou Mametu.

Sabão da costa sua chegada ao Brasil e para que serve.

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Sabão da Costa

 

No início do século XVI, navegadores ibéricos por falta de conhecimento geográfico, passaram a designar genericamente toda a costa atlântica africana e seu interior imediato, como da costa, e naturalmente tudo o que procedesse possuía a mesma denominação ou seja, seria da costa, e isso não serviu apenas para o sabão, mas também outros artigos tais como: pano da costa, pimenta da costa, limo da costa, esteira da costa, etc.

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Segundo estudos de diversos historiadores o sabão da costa era importado pelo Brasil desde o ano de 1620. Nessa época ele era procedente de países como Gana e Camarões e principalmente da Nigéria grande produtor. O antigo Daomé e Togo também produziam sabão da costa, era trazido por escravos e seus algozes.

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No Rio de Janeiro já no século XX e principalmente a partir dos anos 70 com a chegada massiva de estudantes nigerianos que vieram para estudar em diversas Universidades, iniciou um intenso comércio, não só do sabão da costa como também de muitos outros artigos religiosos. O Mercadão de Madureira sem dúvida é o maior centro difusor, no Brasil no início dos anos 70 poucas lojas o tinham para venda. Devido ás suas propriedades medicinais terapêuticas religiosas, seu uso se tornou mais intenso.

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Mas é bom saber e estar alerta, alguns africanos conluio com alguns comerciantes inescrupulosos misturaram sabão da costa legitimo com outro, e como sabão da costa, porém é inferior ao original, embora também seja vendido em larga escala. Nos grandes mercados africanos podemos encontrar geralmente em folhas de bananeira ou até em pequenas bolas em plástico, é o mesmo sabão da costa.

 

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O uso e propriedades do sabão da costa.

 

O sabão da costa literalmente sabão negro, um sabão negro consistente de origem africana comum em todos os mercados populares em diversos países africanos. Os originais são feitos de forma artesanal com gordura animal, pastoso e faz bastante espuma.

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Pode ser associado a ervas secas especiarias azeites, óleos, pós de vegetais, minerais, ossos de diversos animais, sangue de animais, uma infinidade de elementos que os Tatas e Mametus (Zeladores) utilizam para as mais distintas finalidades. Como toda arte mágica ao preparar o sabão da costa temos que ter cuidado ao misturar os ingredientes para que possamos alcançar os melhores resultados. Devemos com atenção conhecer previamente a potência de cada elemento, para sabermos que reunidas produzirão os efeitos desejados.

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Para esses resultados que esperamos não é suficiente apenas misturar os elementos. Todo sabão preparado só atingirá seus objetivos se for após a sua finalização, imantado pela poderosa energia do Nkisi que você deseja. A observância da luz solar e da energia lunar fazem a diferença, ao prepararmos o sabão da costa, devemos seguir as indicações como dia hora, etc, ao obedecermos ás indicações estaremos contribuindo e muito com o sucesso da realização da finalidade a que se destina.

 

Sabão da costa preparado artesanalmente, qual sua afinidade no Candomblé Angola.

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O sabão da costa não tira as impurezas como muitos falam, e nem tráz sorte e muito menos saúde, sabemos que existem rituais para essas práticas. Mas o sabão da costa ele complementa quando por exemplo:

 

Após um Kibane Mutuê (bori), tomar banho e usa-lo, podemos usar quando um filho ou filha esta recolhido para uma feitura ou obrigações em todo os momentos de preceito usar o sabão da costa (sabonete nestes rituais não são permitidos somente após cumprir os preceitos).

 

Após ter feito um ebó pode tomar um banho com sabão da costa, ajuda com o preparo de manter o corpo limpo e ter mais axé, quando feito o ritual de ebó. Sabão da costa precisa estar em nossos Nzo (terreiros) ele complimenta a suavidade da limpeza do corpo, para o corpo permanecer seguro e com as energias do axé.

 

O sabão da costa está presente no Brasil desde 1620, e seja oriundo de uma mística e secreta fórmula é um produto cujas origens se baseiam no conhecimento hermético de antigos africanos, mas que se produz hoje com avançada tecnologia.

 

Ntoto a força ativa do terreiro, a estrutura das Divindades.

 

Ntoto

Um dos mais importantes cultos dentro das Nações dos Candomblés, Ntoto a força ativa do Nzo (terreiro) o alicerce, a maior estrutura das Divindades ou mais precisamente, a força ativa do núcleo terrestre.

 

Ntoto esta localizado em todos os terreiros de Candomblés, ele que tráz a força ativa dentro dos terreiros, que envolve todas as Divindades.

Ntoto não é um Nkisi nem um Orixá, também não tem vibrações com o desenvolvimento com pessoas de incorporação. Ele apenas representa a ligação da Terra com o Universo.

 

Quando invocamos nossas Dinvindades, eles precisão de forças para estar a onde necessitamos, mesmo para uma incorporação. Ntoto tem uma força imaginaria que somente o Nkisi (ser Divino o Santo) conseguem ter. O Ntoto é que faz a ligação com tudo que passa pelo Céu, o Universo e até mesmo pelas forças do Sol.

Ele esta localizado no centro do terreiro, abaixo da cumieria, por isso que formam a ligação da Terra com o Céu e o Universo.

 

Quando um filho recolhe para iniciar sua feitura (raspagem) após seus 21 dias que esta recolhido, e faz suas saidas de pinturas, ou para agradecer com ritual de sacrificios, seu Nkisi faz o ginká (reverenciar) e soltar o ilá e etc, saúda em respeito o Ntoto. A forma de agradecimento pelas forças que esse filho ou filha terá com seu Nkisi.

 

Ntoto tem uma ligação com o unico Nkisi Kaviungo, devido Kaviungo ser o dono das terras, ele precisa da energia do Ntoto para que seus alimentos possam ter forças e estar saudável, para grandes coleitas com abundância e com fartura.

 

Nos cultos do Candomblé o Ntoto não pode ser pisado, ou colocar qualquer assentamento em cima dele, pode lhe oferecer frutas com estilo, ele não é um lugar para enfeites, o unico assentamento que pode por em forma de agradecimneto, ao rei da terra que comemoramos em agosto com a cerimônia de Kukuana, assentamento de Kaviungo.

 

Somente pessoas de cargo como Tata ou Mametu, podem assentar Ntoto, com fundamentos, rituais e sacrificios, é feito um buraco no centro do terreiro, símbolizando o núcleo da Terra, e fazer toda sua preparação. Ele é uns dos destaques do terreiro, sempre é colocado uma cor de piso diferente dos de mais entre o terreiro.

Ntoto aquele que nos tráz a energia vital do centro da Terra as nossas Divindades.

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Abiaxé ou Biaxé, sua história o nascimento e tradição.

 

Abiaxé ou Biaxé

 

Nesta postagem vou citar uma das grandes maravilhas dentro do nosso culto, das grandes Nações dos Candomblés.

Biaxé aquele que nasce feito para seguir o caminho sagrado no Candomblé.

 

Primeiro vamos entender o significado da palavra Biaxé:

 

Bi = Adjetivo e substantivo de dois gêneros e dois números, somando 1 + 1 = 2.

Axé = A força sagrada que se revigora, no culto do Candomblé.

 

Como um Biaxé nasce feito.

 

Ser um Biaxé as vezes dificultam muito, aqueles que não sabem o seu significado e como lidar com um flho ou uma filha que se tornaram um Biaxé.

Pai Tandy – Axé

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O princípio do nascimento de um Biaxé, começa quando uma filha Muzenza passa por todos os rituais para entrar no Indemburu (ronkó), será iniciada com sua feitura (raspagem) comandado por um Tata ou Mametu (Zelador ou uma Zeladora).

Essa filha Muzenza terá uma história com aquele que está para nascer, mas para ser um Biaxé sua mãe recolhida não pode saber que está gravida.

Pai Tandy – Axé

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Essa gravidez será gerado um presente divino, o filho ou a filha que vai nascer recebe esse presente de ser Biaxé por Lembá e Mikaia.

Caso a mãe venha iniciar uma feitura de iniciação (raspagem) e recolhe já sabendo que esta gravida ou com meses de gestação, esse filho não se torna um Biaxé. A mãe passa por todos rituais necessários para o seu nascimento no Indemburu (ronkó), mas o filho ou a filha que será gerado não recebe o Axé para ser um Biaxé.

Pai Tandy – Axé

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A obrigação necessária para se tornar um Biaxé somente na feitura de iniciação. Quando uma mãe recolhe para receber obrigações de ano como a de 01, 03, 05, 07, 14 e 21, não tráz mais a iniciação (raspagem) e sim o andamento de sua história, que já iniciou seu trajeto de ser uma pessoa batizada no culto do Candomblé. Por isso que é necessário o nascimento a feitura para ter um Biaxé.

 

Para ser Biaxé não pode ser com um ritual de Kibane Mutuê (borí), o borí apenas fortalece a cabeça (tráz apenas saúde), e não traz o nascimento de um Biaxé em nossos cultos. Biaxé precisa do nascimento de sua mãe com a feitura (raspagem batismo), resaltando que a mãe não pode saber que esta gravida.

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Quando uma pessoa que é Biaxé procura um Nzo (terreiro) de Candomblé para continuar suas obrigações, o Tata ou Mametu faz um Jogo de Búzios para ver suas histórias, e verificar se estão corretas para o Biaxé dar continuidade.

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Não pode haver erros entre âmbos os lados, precisa realmente esta certo, se hover erros a cobrança será imperduável perante as nossas Divindades.

Um Biaxé começa a contar sua idade a partir do seu nascimento, quando ele tiver seu primeiro ano de vida, terá seu prmeiro ano de história com sua Divindade, mas não a necessidade de cumprir com suas obrigações de ano por enquanto.

 

A um tempo certo para colocar suas obrigações em dia, a criança precisa conhecer nossas habilidades dentro do nosso culto, saber e ter todo conhecimento com as Dinvindades que ela terá que seguir, nesse momento o Biaxé estará pronto para iniciar suas obrigações de ano.

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O Tata ou Mametu precisa saber qual Dinvindade pertence ao Biaxé, nem sempre são iguais as de sua mãe que a gerou, mas o Biaxé terá sua própria história e sua vida ligada com suas Divindades. Todo Biaxé nasce para ser rodande, aquele que nasce com o dom da incorporação, diferente de um Kambondo e Kota (Ogãm e Ekédy) que já nascem com cargos, e não incorporam.

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Não existem fundamentos de uma mãe gravida (com sua gestação) ser iniciada e adquirir um filho Biaxé, nos cultos dos Candomblés, esse culto precisa ser respeitado e seguir conforme nossos costumes, que nos encina a agir corretamente, perante a cultura exata e respeitando nossas tradições.

 

 

Biaxé um presente de Lembá e Mikaia, devem ser respeitados, são aqueles que vieram para receber sabedoria e aprendizado dentro dos cultos dos Candomblés.

Cumieira ligação entre o Céu e a Terra, e seu significado no Candomblé.

 

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Cumieira ou cumeeira (Angomi Duilo)

 

Uma palavra que tem o significado de ser a parte mais alto, entre as extremidades do teto ou telhado. Em todas as Nações do Candomblé tem sua própria cumieira. O povo Bantu do Candomblé Angola também possui sua própria cumieira, por cultuarmos nossas divinas Divindades.

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Ela é formada em um caixote de madeira fechada somente a parte de cima e a parte de baixo, com apoio somente nas laterais, deixando assim visível, para que todos possam ver a grande extrutura do Nzo (terreiro), com um toque na cor branca. A parte fundamental desta cumieira é a ligação com o Céu e a Terra, imaginando o Céu sobre nossas cabeças, a cumieira fica acima do Ntoto, por isso que faz essa junção.

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Qual a Dinvidade que nos guia em todos os momentos sobre a cumieira.

 

O único que comanda e observa tudo que se passa dentro do Nzo, e que faz parte da nossa vida, o primeiro criado, filho de Nzambi Mpungu, Lembá Dilê.

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Lembá Dilê é o único que fica sobre a cumieira, é colocado um Ybá de louça na cor branca sobre a cumieira, não á necessidade de ser grande mas um que mostre a todos que no Nzo, tem uma proteção divina sobre todos que nela está, e mostrar a todos Minkisi e Jinkisi (deuses e deusas) que seu pai esta sempre presente em todos os momentos.

Sabemos que Lembá esta sempre nos guiando e olha por nós em todos os lugares que estamos, mas felizes em saber que no Nzo através da cumieira, esta nosso pai em todos os momentos que cultuamos nossas celebrações.

 

A cumieira faz parte entre todas as Divindades que no Nzo se encontram. O Nzo passa a ter mais influências mandada por Lembá, tudo de bom pode acontecer, quando fazemos os rituais corretos.

 

A cumieira é pura ninguém pode tocala a não ser o seu mais velho, Zelador ou Zeladora (Tata ou Mametu). Em uma extrema urgência um Kambondo ou uma Makota de confiança pode mexer na cumieira, rodantes de forma alguma mexe na cumieira mesmo com cargos, caso um subir acima da cumieira, emidiatamente o seu Nkisi faz a sua maniféstação, em respeito a pureza de Lembá seu pai criador.

 

Cumieira precisa de respeito e segurança, Lembá esta em todos os momentos sentindo tudo que passa no Nzo e com todos que estão abaixo dele. Devemos ter cuidado, qualquer palavra com falta de respeito, palavrões, entrigas, discussões, gritos, correr sobre Nzo (terreiro), vestimentas inadequadas, desrespeito com qualquer Divindade ou Entidade, vão desagradar a Lembá.

 

Os filhos da casa precisam ter disciplina e respeito sobre tudo, porquê se não tiver e agir errado dentro do terreiro, irá quebrar todo axé da casa, trazendo grandes complicações ao responsavél do Nzo, o Zelador ou a Zeladora.

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A cumieira não pode ser posta com uma coluna, ela precisa ser livre fixada ao teto no meio do terriero livre como o Céu e a Terra, colocar Divindade na cumieira que seja somente Lembá Dilê, ele é o lider acima dele somente nosso Deus criador (Nzambi Mpungu).

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Essa é a forma de agradar Lembá sobre tudo que fazemos no Nzo, cultuando certo para que pedimos e adquirimos bons resultados, Lembá esta sobre nós, observando dia e noite, abençoando todos aqueles que respeitam e mantém a dignidade sobre o Céu e a Terra.

Nkisi Kaviungo, celebração de Kukuana, como celebrar e cultuar.

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Kukuana

Sentido cerimônial ritualístico que significa "Reunir, Dividir " e minimizar as mazelas de doenças que possam atingir os membros da nossa comunidade no decorrer do ano vigente.

 

Kukuana uma celebração ligada a todos Jinkisi e Minkisi que formam a familia Daoméia, com principal o pai da terra Nkisi Kaviungo. A familia Daoméia são todos ligado ao tempo: Kidembo, Matamba, Katendê, Hongolo, Nzumbarandá, Angoroméia e Kaviungo, esses Minkisi e Jinkisi (deuses e deusas) formam a familia Daoméia mais conhecidos como os Daomeanos.

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Nkisi Kaviungo tráz a sorte ligado a colheita de alimentos produzido pela terra. Esta cerimônia é celebrada no mês de agosto, a importância é agradecer a Kaviungo pelas maravilhosas colheitas que a terra nos oferece durante todo ano.

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No mês de agosto do dia 01 até o ultimo dia deste mês é de costume colocar o assentamento de Kaviungo no centro do Nzo (terreiro) com sua oferenda o deburu (pipoca). Sua cerimônia acontece sempre no ultimo sábado do mês de agosto. Para este ritual é necessário seguir nossos costumes com rezas, fundamentos e rituais, Kaviungo ele reina neste mês, e devemos assim manter nossos respeitos esse pai tão maravilhoso.

 

A cerimônia de Kukuana tem uma tradiçâo antiga, os próprios Jinkisi e Minkisi cultuavam essa celebração em agradecimentos a Kaviungo, pela coleita e por semear com fartura tudo que foi plantado e colhido durante o ano. Hoje todos nós que cultuamos nossa tradição no Candomblé Angola, trazemos essa riqueza entre nós o povo Bantu. Kaviungo sempre foi um Nkisi humilde, com ele todos se alimenta, ninguém pode ficar sem Nguidia (comer).

 

Nem todos Jinkisi e Minkisi participam desta cerimônia, como também são servidos apenas alguns alimentos, somente sua familia os Daomeanos participam e com a presença fundamental de Lembá Dilê e Mikaia que são os maiores criadores de tudo sobre nosso Mundo, e são os pais de Nkisi Kaviungo. Kukuana é uma das Kizombas (féstas) mais bonita para celebrar e festejar, todos os Nzo de nossa Nação Angola saudam Kaviungo.

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A finalidade da Kukuana tem vários sentidos, trazer saúde, fartura de alimentos, e um dos principais, suprir as necessidades de força e energia a nossa alma e espirito.

 

O deburu (pipoca) de costume é sempre servido com maior estilo, em um tabuleiro de madeira, os alimentos são servidos em folhas de mamonas (lavadas com aguá morna), um costume ja antigo, os nossos Jinkisi e Minkisi faziam a mesma celebração como fazemos hoje.

Após Nguidia (comer), passar a folha de mamona sobre a cabeça, isso é muito importante e colocar em um balaio para ser despachado em forma de agradecimento, por esse dia especial, que acontece uma vez por ano.

 

Que neste mês de agosto Tatetu Nkisi Kaviungo possa abençoar sua vida com saúde, sabedoria, e fortalecer seus caminhos, nesse longo trajeto que nós leva a vida dentro dos cultos do nosso Candomblé Angola.

Nkisi Kabila o criador e pastor de animais e aves.

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Sabemos que nossos Jinkisi (deuses) e Minkisi (deusas) tiveram um papel fundamental com a importância e o desenvolvimento com o Mundo que vivemos. Cada um teve e tem suas habilidades de criar tudo o que é de necessário para o nosso planeta. Hoje vou citar um dos mais belos criadores da existência de todos os animais e aves que vivem em nosso Mundo.

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Em todas as criações que nosso criador Nzambi Mpungu fez, todos Minkisi e Jinkisi tiveram um trabalho longo para cumprir. Mutakalambô fez a criação das grandes florestas antigas, foi o pai de uma das maiores criações existente aqui na Terra. As florestas mais novas criadas hoje por Mutalambô, mas tudo tem um comprimento para manter a Terra viva e saudável, a grande floresta já com sua existência precisava de um ponto para continuar com sua beleza e forte, mas o que faltaria, qual seria esse toque final.

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Nkisi Kabila o criador e pastor, a criação dos animais e aves.

 

Mutakalambô pediu orientações a seu pai Nzambi, ele sabia que tudo estaria perfeito e que o Mundo seria de grande abundância com a natureza. Nzambi ouviu as preces de seu filho e pediu a Mutakalambô que aguardasse que seu pai faria uma nova existência e que daria mais vida as grandes florestas no Mundo, Mutakalambô esperou, aguardo e obedeceu as ordens de Nzambi.

Nzambi tão amoroso com tudo e feliz com as criações de seus filhos, fez a sua mais divina criação, aquele que andaria junto, assim veio o Nkisi Kabila o criador de todos os animais e aves que viveriam na Terra, Nzambi deu o dom a Kabila para criar e zelar por todos os animais e aves que na Terra habitaria. Kabila muito ancioso começou a criar as primeiras especies, a vida animal na Terra.

Nzambi viu que Kabila tinha amor a os animais e as aves e o chamou de o grande pastor, aquele que deu uma vida as grandes florestas criadas por seu irmão Mutakalambô.

Kabila fez um papel excelente perante a todos os Jinkisi e Minkisi, nem eles imaginariam que Kabila tão simples daria o melhor para deixar Nzambi tão feliz. Kabila tem um gênio muito forte e ciumento com suas criaçôes.

 

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Como surgiu a primeira oferenda com animais e porquê fazemos esse ritual.

 

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Pambu Njila ficou rodiando as florestas, admirando e començou a imaginar como seria bom sarciar sua fome com aqueles animais. Kabila zeloso vigiava toda sua criação, que se mutiplicavam com fartura. Kabila começou a sentir falta de alguns animais que estavam se multiplicando, eram grandes especies que teria uma história na Terra. Kabila logo alertou Nzambi da falta das especies que tanto cuidava, Nzambi logo sentiu a sede de animais que Pambu Njila estava tendo. Kabila muito esperto montou uma armadilha, e saberia quem estava se alimentando dos seus animais.

 

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Pambu Njila sem saber caiu na armadilha de Kabila, começou uma guerra entre os filhos de Nzambi, uma guerra que durou dias. Nzambi em seu coração ouviu a tristeza de Kabila, causada por Pambu Njila, todos os jinkisi e Minkisi (deuses e deusas) foram chamados. Pambu Njila furioso atacou Kabila e seus animais, Mutakalambô chegou e viu que quase tudo feito por Kabila deixaria de existir, devido a sede de Pambu Njila por sangue (menga) dos animais, Mutakalambô separou os dois dessa tragédia mas nada adiantou. Nzambi furioso pediu a Matamba que lançasse um grande fogo e um furacão sobre todos seus filhos na Terra. Pambu Njila parou de confrontar seu irmão Kabila, arrependido do que fez, Pambu Njila pediu perdão a seu pai Nzambi.

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Kabila jamais perduaria seu irmão pelo que fez, mas Nzambi amava todos e queria que tudo pudesse ser resolvido, Nzambi viu que não só Pambu Njila sentia sede e voltade por menga (sangue) mas todos queriam se alimentar dos animais. Nzambi declarou que todos Jinkisi e Minkisi desse dia em diante pudessem alimentar de alguns animais e aves.

Nzambi disse a Kabila que a criação da humanidade além de se alimentar de grãos e de folhas também se alimentariam de alguns animais e aves. Kabila com amor a Nzambi continuou sua tarefa mas que não ficaria sempre cuidando de sua criação, pois ele sabia que a criação da humanidade também destruiria o que ele criou. Ele disse a Nzambi: Farei meu papel como filho e pastor, com todos os animais e aves que criei, mas ficarei na Terra isolado sem ninguém a o meu redor, apenas os animais me ouviram e saberão a onde estou.

 

Kabila o criador dos animais e aves o grande pastor, aquele que vive e zela pela sua criação. Muito pouco, são os filhos de Kabila, existem poucos hoje em todo o Mundo.

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Seus símbolos: São vários e todos ligados à caça ou à defesa, sendo o mais conhecido o arco e flecha.

Dia da semana: Quinta feira, em sua homenagem, sua cor tradicional cultuado no Candomblé Angola a cor verde espelhado.

Oferenda ritual mais comum: O milho amarelo cozido e enfeitado com fatias de coco. Também pode lhe oferecer grãos torrados e frutas em abundância.

Suas Cores: Verde turquesa, verde opaco, verde espelhado, somente a cor verde.

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Sexta feira dia sagrado com o preceito.

 

Sexta feira dia dos preceitos em respeito a Lembá.

 

Na mitologia dita por nossos ancestrais temos que preservar a sexta feira com os preceitos, todos que passam pelos encinamentos de iniciação são instruidos em preservar a sexta feira com o preceito. Sabemos que existem regras para manter o preceito, o principal a vestimenta roupa branca, não pode consumir bebidas alcoólicas, não ter relação sexisual. Esses são uns dos principais, mas tem outros que não podem ser feito no dia de sexta feira por exemplo: Trabalhos com rituais, não podem entrar em quartos ou acender velas para as Entidades Exús e Pomba Giras, envocar trabalhos de encorporação com Dinvidades ou Entidades, nenhuma celebração ou cerimônia deve ser feita neste dia, jogar búzios, somente em uma extrema necessidade. Caso uma pessoa precise de um ritual para saúde, onde possa ser usado grãos brancos e a canjica, poderá ser feita.

 

Mas porquê sexta feira não podemos fazer rituais, vejam.

 

O primeiro preceito a ser cumprido.

Em nossas histórias no Candomblé a relatos que nosso Mundo foi criado por nossas Divindades, o criador Lembá Dilê e Nkassuté Lembá, iniciaram a criação da Terra e de tudo que nela existe. Enviados com a permissão Pai Tandy – Axé

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de Nzambi Mpungu, a sexta feira foi declarado com um descanso, desses belos criadores da vida terrestre e de toda natureza que nela habita, Nzambi pediu para descançar na sexta feira. Os trabalhos continuaram no dia seguinte e na sexta feira não haveria trabalho algum apenas o preceito, não poderam trabalhar com o envolvimento no Mundo. Esse dia foi concebido a Lembá o grande preceito, manter respeito ao criador Nzambi Mpungu.

 

Hoje em dia alguns mantém os preceitos, o dia de sexta feira, mas seria bom entender que nossos cultos tem uma lenda, uma história a ser cumprida, com todos os passos que damos no caminhar de nossas vidas ao Candomblé.

 

No recolhimento de um Muzenza para a feitura do seu nascimento de 21 dias, mais 03 meses de kelê e 07 dias de Lembá, tudo isso envolve um preceito. Um ritual de corte (sacrificio de animais), Ebós (ritual de limpeza), Kibanê Mutuê (bori), Obrigações de ano todos passam por preceitos.

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Sexta feira Santa dia de preceito.

 

A sexta feira Santa é um dia de cerimônia em toda nação do Candomblé, é ainda mais que especial para o nosso povo, que guarda fielmente os preceitos que envolvem este dia, mesmo com a consciência que em verdade o sincretismo católico foi uma estratégia de resistência, nos legou uma herança cultural e histórica. Tal momento é tão significativo que nos conduz a respeitar este dia e seguir as tradições assim como nossos ancestrais cultuavam e respeitarão.

Ao contrário de muitos radicais, o Candomblé adota uma postura pacífica e de respeito a todas religiões crenças e doutrinas, rendendo neste momento à sexta feira Santa, nosso respeito e homenagens com grandes estilos.

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A pessoa que não cumprir com os preceitos terá problemas futuros, e perderá toda a essência do trabalho que foi equivocado ou realizado.

Mas para ter um bom preceito devemos seguir nossas tradições, respeitando o que aprendemos e levando a frente nossos esforços, para que nosso Nkisi possa nos glorificar com suas forças e energias que envolve nossa vida.

Fazemos o certo e assim mostramos que temos cultura pelo que aprendemos e encinamos, os preceitos nos encina á madurecer nossos encinamentos e o respeito a cultura do Candomblé.

 

 

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